Trilha sonora da minha vida

Eis que “trilha sonora da minha vida” é o tema da postagem coletiva do mês de Junho do “Projeto Vai um Café?”. Lindo, não?

Quando vi esse tema, logo soltei um “AAWWNT”. Afinal, desde que me entendo por gente, sou movida a música. Toda fase que passei tive uma trilha sonora específica. Por vezes, me senti como em um musical da Broadway (loka!).

Fonte: Pinterest

Vejam só:

Até os 5 anos

Era Xuxa, Balão Mágico e cantigas. Apenas as alegres, nessa fase em que tudo é alegria, não?

5 a 8 anos

Já ficando maiorzinha, ganhei o Meu Primeiro Gradiente, que veio com uma fita k7. Era encantada com Coração de Papelão (Jairzinho e Simony), ficava voltando a fita o tempo todo. Ainda ouvia Xuxa horrores, Eliana e Mara Maravilha. Minha outra preferida, também do Balão Mágico era O Que Cantam as Crianças. Já entendia de algumas coisas da vida e tinha uma sensibilidade enorme.

8 a 10 anos

Quase mocinha, sensível a músicas e poesias, conheci finalmente a MPB. Meus pais sempre ouviam muito Lulu Santos, e acabei pedindo uma fita dele de presente. Minha preferida era Sereia. Minha mãe até me chamava de sereinha por causa dela. Fazia aula de dança e era apaixonada por Total Eclipse of The Heart. Não entendia bulhufas de inglês, (mal sabia que anos depois essa letra faria tanto sentido pra mim), mas os gritinho da Bonnie Tyler me deixavam doida. Passava uma novela chamada Salsa e Merengue, e tocava Maria, do Rick Martin, ouvia essa música até dizer chega. Foi nessa fase que conheci meus amores: Sandy e Jr.

11 a 12 anos

Ooo fase musical. Agora já tinha rádio com CD e ninguém me segurava. Ainda ouvia Xuxa, mas as paqueras já tinham começado (sabe como é, a gente brincava de Barbie, mas era apaixonada pelo menino da sala – bem feio por sinal HAHA). Foi nessa idade que começou Chiquititas, para desespero dos meus pais. Ficava dividida entre danças as músicas e ouvir pensando no boyzinho. Tinha Claudinho e Buchecha, SPC, Kid Abelha e roubava CDs do Tim Maia do meu pai. Nessa época também conheci meus crushes: Backstreet Boys. E a diva Veveta, ainda na Banda Eva, mas minha paixão era Cheiro de Amor (dançava horrooooores). E o Netinho, né (oô MiiiiiilaaaaA).

13 e 14 anos

Romanticazinha chata, ficava ouvindo músicas pensando no menino babaca que gostava. Um pagodinho de leve que nunca comprei CD rs. Muito, mas muuuuito Sandy e Jr. Backstreet Boys, N’Sync, Five, Britney Spears (eca!). Fase chata, confesso, bem chororô, tinha trilha sonora de novela, tipo Laços de Família, com Balada de Amor Inabalável do Skank, Love By Grace, Lara Fabian e -claro!- Man, I feel Like a Woman, mas escondidamente ouvia músicas infantis. As coisas começaram a ficar menos lamentáveis quando esqueci o babaca e conheci Capital Inicial,, não me fazia ficar chorando.

Aliás, contei isso no post comemorativo do dia do rock: Dia de rock, bebê!!

15 a 17 anos

Talvez a melhor fase da vida! Entrei finalmente no rock, cheguei a ouvir umas coisas pesadinhas que não lembro mais quais eram, e que não durou nada, não curti muito. Procurava mais músicas com papo cabeça, que fizessem reflexões sobre a vida. Já com a internet, conheci inúmeras. Ainda amava Boys band e axé, mas era bem mais consumida com o rock. Ouvia Capital, CPM22, conheci o lindo U2, Avril Lavigne, Evanescense, comecei a curtir Los Hermanos (aeee), um pouco de Legião Urbana, Smsh Mouth, REM, Detonautas e outras que não lembro mais. Dizia que tinha nascido na época errada, andava de preto, era a diferentona e tinha uma renca de amigos! Mas tinha Rouge! Amava essas meninas, fui ao show, dançava Ragatanga cazamiga e era feliz! A fase terminou com Cazuza, assim que assistimos ao filme.

18 a 21 anos

A fase chata, metida a intelectual (assumo!). Ouvia Engenheiros do Hawaii, Nenhum de Nós, Biquini Cavadão, Paralamas do Sucesso, Nando Reis e Maria Rita. Achava que era o ser mais inteligente do mundo, crente que estava abafando e esnobava outros gêneros musicais. Tinha grande paixão por essas músicas, ficava analisando cada letra e fazendo altas filosofias. Era feliz, mas hoje vejo que era ridículo. Só que no final das contas estava eu ouvindo High School Musical HAHA! Também gostava de Armandinho, tive a fase reggae, gente!

22 em dia

Já madura, fui parando com as bobeirinhas. Conheci O teatro Mágico e me apaixonei de verdade por Los Hermanos. Acho que trabalhar em escola foi me tirando esse preconceito e, mesmo tendo meu gosto definido (rock leve e MPB) passei a respeitar os demais, ouvir e até curtir. Depois de Porto Seguro parei de graça e se toca um sertanejo universitário eu danço. Assumi minha paixão pelo Axé e o Samba de raiz. Sou apaixonada por música brasileira, e fico horas no YouTube procurando as novidades. Sempre rola umas em posts de Playlist.

Para conhecer as músicas que mais ouvi nos últimos tempos só entrar na categoria Playlist !
Fonte: Pinterest

Mas conte de você, qual a trilha sonora da sua vida? É como eu que sempre tem uma música tocando de fundo que dá vontade de sair dançando e/ou interpretando?

Beijo grande no coração!

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4 Replies to “Trilha sonora da minha vida”

  1. Adorei que você dividiu o post por “épocas”. E como a vida melhora a partir dos 15, né? haha 🙂

    1. Verdade, melhorou muito, achei legal de dividir pq coloquei coisas q nunca tinha pensado antes rs

  2. Me identifiquei um pouco com vc, só nunca gostei muito de pagode não. Mas rouge, axé e boybends haaaaaaaa como eu amava e ainda gosto.

    1. Hahahhaa mas sabe q na época tinha uns pagodinho mais de boa? Ouvia pra pensar nos meninos rsrsrs
      Bjs miga

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