Rock in Rio – 22/09

Olá! Finalmentee saiu o vlog do Rock in Rio. Fui dia 22 de Setembro.

Rock in Rio
Entrada do Rock in Rio

Como expliquei no vídeo, fui só a noite, e assisti aos shows:

  • Jota Quest
  • Ney Matogrosso e Nação Zumbi
  • Alter Bridge (pelo lado de fora)
  • Tears for Fears
  • Bon Jovi
  • Serjão Loroza

Aaaah, só sei que foi maravilhoso!

Love rock in rio.JPG
Love Rock in Rio

O Rock in Rio por si só, super organizado, sem muito tumulto e não vi nenhuma briga. Com certeza voltarei na próxima edição.

Ah, quer ver melhor meu look? Só conferir o post: Look Rock in Rio 2017!

E, claro, estava com companhia maravilhosa: minha dinda e meu primo Guilherme. Adoooro vocês <3

Enfim, vamos ao vídeo?

 Mas digam, quem aqui foi no Rock in Rio? Muito bom mesmo, não foi?

Espero que tenham curtido o vídeo, se sentido um pouquinho lá rs

Beijo grande no coração!!

Dia do rock com playlist, bebê

Yeaaah!! Hoje é dia do rock!Quem me acompanha desde o ano passado, deve ter lido meu post Dia de rock, bebê!! onde contei minha história com esse estilo musical.

You ROCK! Créditos na imagem

 

Hoje trago para vocês uma playlist pessoal, que fez parte da minha história, da Trilha sonora da minha vida (outro post meu!):

 

Primeiros erros – Capital Inicial

Essa música pode-se dizer que marcou minha entrada com o rock. Foi naquela época que tive a desilusão amorosa, em 2001, que o CD Acústico MTV estourou e essa canção fez um sucessão por aqui. E foi assim que comecei a gostar mesmo de rock. E foi seguido por It´s My Life, do Bon Jov.

Linkin Park – Numb

Adoraaava essa banda, e essa minha música preferida deles. In the end gostava muito também, mas faz lembrar um namoradinho mala que tive HEHE. Me sentia a rockeira punk só porque ouvia LP.

CPM22 – Chegou a hora de recomeçar (Álbum completo)

Coloquei o álbum completo por ouvia até cansar, o CD acabava e voltava tudo de novo. Berrava as músicas e duas dele fazem parte da playlist do Meu primeiro livro 😉

U2 – The sweetest Thing

Minha banda gringa preferida, talvez a única que ame absurdamente. Essa música não é um rock pesadão, mas eu sempre escolho ela para representar minha paixão por U2, pois foi a primeira que ouvi.

Evanescense – Fallen

Mais um álbum completo que ficava agarrado no meu rádio. Que voz aquela mulher tem! E os arranjos? Letras meio melodramáticas, mas na época eu nem dava crédito para isso rs.

Detonautas – O Dia que não terminou

Essa música até dá um nó na garganta. Conheci na minha época de vestibular e descrevia tudo que e minhas amigas estávamos passando. Impossível não ficar marcada.

Pitty – Semana que vem

Estava eu no terceiro ano, e minha diva do rock surge. Lembro que escrevi na agenda gigantesco que era FÃ DA PITTY. Amava aquele CD, e Semana que vem era minha preferida. Pena que ela deu uma sumida por um tempo, mas ainda bem que voltou agora com Agridoce

Engenheiros do Hawaii – Acústico MTV

Esse álbum marca a minha entrada para o rock mais levezinho, que foi o que realmente ficou no meu coração. Letras inteligentíssimas, até demais, uma voz incrível, arranjos perfeitos e um show maravilhoso. Um dos melhores que já fui.

Biquini Cavadão – Timidez

OK, é praticamente tooodas as músicas, e o álbum Ao Vivo, mas essa é a que mais gosto e a que mais ouvia, então fica essa mesma 😉

Los Hermanos – O Vencedor

Minha banda preferida da vida! Conheci aos 12 anos com Ana Júlia, mas não tive amor a primeira vista. Achava legal, principalmente Primavera e Lágrimas Sofridas, e era isso rs. Já maiorzinha que fui pegando o gosto, eles já não estavam na vibe rock pesado, arriscando com uma mistura de MPB e até um sambinha, mas essa música ganhou meu coração.

Fonte: Photoscape Brushes

E essas foram as músicas que me marcaram no rock. Tiveram outras siiim, mas foi coisa de momento.

Claaaaro que foram surgindo outras bandas como Legião Urbana, The Beatles, Elvis Presley... só que não tiveram aqueeele marco na minha vida, se me entendem

O rock pesado entrou e saiu bem rápido, achava maneiro, ficava ouvindo alegremente e quando assustei já tinha passado.

Mas seja pesado, clássico, light, o importante é muito rock, muita letra boa, muita reflexão e história.

Fonte: Pinterest

Feliz dia do Rock, babies!

Beijo no coração!!

Dia de rock, bebê!!

Tá, eu sei que o dia do rock foi ontem, mas como sai não pude postar, e também né, só um diazinho hehe…!! Minha história com o rock começou aos 14 anos, de uma forma meio que curiosa e bizarra. Bem, na verdade fui uma pré-adolescente romanticazinha que ouvia pop e até mesmo um pagodeenho de leve. Nessa idade eu tive o que na época podia chamar de primeira desilusão amorosa (quanto drama, mas tinha 14 anos, dá um desconto!). Fiquei bem magoada porque o menino que era apaixonada não gostava de mim e como sabia da minha paixão fazia piadinhas com isso e usava para exibir pro mundo, do tipo: “sou gostosão!!”

Tá bom, fiquei mal e achava insuportável ficar ouvindo musiquinhas melodramáticas, ainda quando, meses depois conheci outro menino e troquei de paixonite. Comecei a questionar porque que todas as músicas falavam de amor, de casais apaixonados, de que não vivo sem você, que você é tudo na minha vida. Pera aí, muito mel com açúcar (era esse o termo que usava). Até que mais ou menos sem querer conheci o rock, pop rock na realidade, coisa de leve. Lembro que Capital Inicial tava em alta e na escola a gente só cantava “Primeiros Erros”.  Logo após minha amiga me deu um CD do Barão Vermelho. Aí que tudo começou, descobri o que queria ouvir.

Aos 15 anos conheci outras músicas aleatórias, enjoei do rosa e comecei a descobrir outras coisas. Conheci gente nova, meus amigos que tenho até hoje e passei a gostar de estudar História. Mas só aos 16 que ampliei mesmo. Descobri sites na internet e programas para baixar músicas (quem aí lembra do Kazaa? Sim, sou tiazona. Pronto, falei!) Uma infinidade de músicas de rock com letras inteligentes, que falavam sobre a vida, outros sentimentos e fui me encontrando cada vez mais. Aos 17 a Pitty estourou no mercado e eu virei fan incondicional dela.

Cheguei a ouvir rock pesado por uns meses, mas enjoei rápido, aquilo não era pra mim rs. No meu PC tocava Link Park, Capital Inicial, U2, CPM22, Cazuza, Avril Lavigne e outras. O tempo foi passando e sempre me dava a louca de conhecer novas bandas. Aos 19 anos sabia meu estilo musical preferido: rock nacional. Fui conhecendo Engenheiros do Hawaii, Biquini Cavadão, Nenhum de Nós, Nando Reis e outros. E nessa época, a paixão da adolescência do meu irmão pegou em mim. Sempre ouvi Los Hermanos por causa dele e resolvi pesquisar todo o repertório. Pronto, apaixonei.

Não que tivesse deixado o pop de lado. Ainda ouvia Sandy e Jr e Backstreet Boys. Mas a maturidade me fazia querer ouvir músicas além do “eu te amo”. Tinha um grande hobby em pegar as letras e ficar analisando, tentando entender o que o cara queria dizer com aquela música (ahan, coisa de gente louca).

O rock marcou em mim como uma transição de pensamento, maturidade, nerdice, vontade de refletir sobre a vida e me conhecer cada vez mais. Quantas vezes não estava mal e uma música me fez me sentir melhor? Quantos rocks não me fizeram compreender certos acontecimentos e refletir?

Muito mais do que solos de guitarra!

Viva o rock!!