Meu super herói preferido BEDA#8

Olá! E super herói foi o tema da blogagem coletiva do mês de Agosto do “Projeto Vai um Café?”.

Fonte: Pinterest

Fiquei um bom tempo me perguntando sobre qual seria o super herói preferido, não por eu adorar esse tipo de história, mas por realmente me questionar qual quesito julgar.

Sempre disse que seria O Homem de Ferro, e não posso negar que é pelo seu grande bom humor e sarcasmo. Mas sinceramente, o que faz dele um herói de verdade? Sim, ele salva o mundo.

Analisando bem mais a fundo, gosto de lembrar que ele não tem nenhum super poder. É só um cara mega inteligente que produz armas, inventa coisas mirabolantes e com elas salva o mundo.

Meu irmão sempre foi fã do Batman, e, quando alguém perguntava pra ele o porquê ele respondia: porque ele não tem superpoderes, faz tudo com sua inteligência.

Isso me faz dar aqueeela filosofada boa, de que ninguém precisa ter poderes para ser um super herói. Aliás, todo mundo tem em si um poder especial, um dom, que pode vir a salvar talvez não o mundo, mas uma parte dele.

Meus heróis preferidos?

Médicos, que salvam vidas todos os dias, que se viram nos trinta para que o paciente consiga sobreviver. Isso sem falar nos brilhantes Médicos sem Fronteiras.

Bombeiros, que se arriscam pelo outro, enfrentam os maiores perigos apenas para ajudar.

Professores, que constroem vidas, plantam sementes e orientam para uma vida melhor.

Pais, aqueles que criam seus filhos com todo amor, mesmo errando, mas tentando acertar, com noites mal dormidas, grandes jornadas de trabalho e ainda assim tem tempo para educar seus filhos.

Mas, com toda a certeza, não posso deixar de falar do maior herói que já tivemos, que se sacrificou por nós, que nos deu a maior lição de todas: o amor! Foi aquele que amou a todos, sem escolher, curou doentes e deixou um eterno legado de paz!

Quem respondeu Jesus acertou!

Fonte: cnsrosario.com.br

E para você, qual é o super herói da sua vida?

Um beijo grande no coração!

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Projeto fotográfico JULHO

Heeey amigos! Quase no final do mês, mas finalmente consigo postar minhas fotos para o projeto. Sorry!

Enfim, o tema escolhido pela querida Grazy do blog Parolar foi… INVERNO!

Então, chega de papo e vamos às fotos:

1 – Capuccino

Uma das poucas coisas que me animam no frio é tomar capuccino. Esse era de brigadeiro, mega suculento, não ficou muito doce nem enjoativo. Quentinho, bom para esquentar.

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2 – Neblina

A foto já diz que estamos no inverno por si só. Essa é a vista da passarela que artavesso na estrada para o trabalho

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3 – Look de inverno

Montei um lookinho que sempre amei usar no inverno. Quem curte?

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4 – Comer

Muito gulosa. Mas é impossível falar em inverno sem falar em comida. Um macarrãozinho quentinho feito pela minha dinda. Hmmm

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5 – Vinho

Claro, para acompanhar o o macarrão, nada como um bom vinho e um bom brinde.

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6 – Companheiro de inverno

Da série “se rir vai pro inferno”. Mas é só virar o tempo que o nariz entope, e a necessidade do remedinho se torna maior. Por essas e outras que não curto o clima.

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Nota: Queria postar uma foto de Festa Junina, mas não consegui fazer nenhuma legal. Afinal, é essa a melhor parte da estação, melhor festa da vida <3

 

Mas diz aí, qual foto mais gostou? Aceito dicas e críticas construtivas 😉

Um beijo grande no coração!

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Trilha sonora da minha vida

Eis que “trilha sonora da minha vida” é o tema da postagem coletiva do mês de Junho do “Projeto Vai um Café?”. Lindo, não?

Quando vi esse tema, logo soltei um “AAWWNT”. Afinal, desde que me entendo por gente, sou movida a música. Toda fase que passei tive uma trilha sonora específica. Por vezes, me senti como em um musical da Broadway (loka!).

Fonte: Pinterest

Vejam só:

Até os 5 anos

Era Xuxa, Balão Mágico e cantigas. Apenas as alegres, nessa fase em que tudo é alegria, não?

5 a 8 anos

Já ficando maiorzinha, ganhei o Meu Primeiro Gradiente, que veio com uma fita k7. Era encantada com Coração de Papelão (Jairzinho e Simony), ficava voltando a fita o tempo todo. Ainda ouvia Xuxa horrores, Eliana e Mara Maravilha. Minha outra preferida, também do Balão Mágico era O Que Cantam as Crianças. Já entendia de algumas coisas da vida e tinha uma sensibilidade enorme.

8 a 10 anos

Quase mocinha, sensível a músicas e poesias, conheci finalmente a MPB. Meus pais sempre ouviam muito Lulu Santos, e acabei pedindo uma fita dele de presente. Minha preferida era Sereia. Minha mãe até me chamava de sereinha por causa dela. Fazia aula de dança e era apaixonada por Total Eclipse of The Heart. Não entendia bulhufas de inglês, (mal sabia que anos depois essa letra faria tanto sentido pra mim), mas os gritinho da Bonnie Tyler me deixavam doida. Passava uma novela chamada Salsa e Merengue, e tocava Maria, do Rick Martin, ouvia essa música até dizer chega. Foi nessa fase que conheci meus amores: Sandy e Jr.

11 a 12 anos

Ooo fase musical. Agora já tinha rádio com CD e ninguém me segurava. Ainda ouvia Xuxa, mas as paqueras já tinham começado (sabe como é, a gente brincava de Barbie, mas era apaixonada pelo menino da sala – bem feio por sinal HAHA). Foi nessa idade que começou Chiquititas, para desespero dos meus pais. Ficava dividida entre danças as músicas e ouvir pensando no boyzinho. Tinha Claudinho e Buchecha, SPC, Kid Abelha e roubava CDs do Tim Maia do meu pai. Nessa época também conheci meus crushes: Backstreet Boys. E a diva Veveta, ainda na Banda Eva, mas minha paixão era Cheiro de Amor (dançava horrooooores). E o Netinho, né (oô MiiiiiilaaaaA).

13 e 14 anos

Romanticazinha chata, ficava ouvindo músicas pensando no menino babaca que gostava. Um pagodinho de leve que nunca comprei CD rs. Muito, mas muuuuito Sandy e Jr. Backstreet Boys, N’Sync, Five, Britney Spears (eca!). Fase chata, confesso, bem chororô, tinha trilha sonora de novela, tipo Laços de Família, com Balada de Amor Inabalável do Skank, Love By Grace, Lara Fabian e -claro!- Man, I feel Like a Woman, mas escondidamente ouvia músicas infantis. As coisas começaram a ficar menos lamentáveis quando esqueci o babaca e conheci Capital Inicial,, não me fazia ficar chorando.

Aliás, contei isso no post comemorativo do dia do rock: Dia de rock, bebê!!

15 a 17 anos

Talvez a melhor fase da vida! Entrei finalmente no rock, cheguei a ouvir umas coisas pesadinhas que não lembro mais quais eram, e que não durou nada, não curti muito. Procurava mais músicas com papo cabeça, que fizessem reflexões sobre a vida. Já com a internet, conheci inúmeras. Ainda amava Boys band e axé, mas era bem mais consumida com o rock. Ouvia Capital, CPM22, conheci o lindo U2, Avril Lavigne, Evanescense, comecei a curtir Los Hermanos (aeee), um pouco de Legião Urbana, Smsh Mouth, REM, Detonautas e outras que não lembro mais. Dizia que tinha nascido na época errada, andava de preto, era a diferentona e tinha uma renca de amigos! Mas tinha Rouge! Amava essas meninas, fui ao show, dançava Ragatanga cazamiga e era feliz! A fase terminou com Cazuza, assim que assistimos ao filme.

18 a 21 anos

A fase chata, metida a intelectual (assumo!). Ouvia Engenheiros do Hawaii, Nenhum de Nós, Biquini Cavadão, Paralamas do Sucesso, Nando Reis e Maria Rita. Achava que era o ser mais inteligente do mundo, crente que estava abafando e esnobava outros gêneros musicais. Tinha grande paixão por essas músicas, ficava analisando cada letra e fazendo altas filosofias. Era feliz, mas hoje vejo que era ridículo. Só que no final das contas estava eu ouvindo High School Musical HAHA! Também gostava de Armandinho, tive a fase reggae, gente!

22 em dia

Já madura, fui parando com as bobeirinhas. Conheci O teatro Mágico e me apaixonei de verdade por Los Hermanos. Acho que trabalhar em escola foi me tirando esse preconceito e, mesmo tendo meu gosto definido (rock leve e MPB) passei a respeitar os demais, ouvir e até curtir. Depois de Porto Seguro parei de graça e se toca um sertanejo universitário eu danço. Assumi minha paixão pelo Axé e o Samba de raiz. Sou apaixonada por música brasileira, e fico horas no YouTube procurando as novidades. Sempre rola umas em posts de Playlist.

Para conhecer as músicas que mais ouvi nos últimos tempos só entrar na categoria Playlist !
Fonte: Pinterest

Mas conte de você, qual a trilha sonora da sua vida? É como eu que sempre tem uma música tocando de fundo que dá vontade de sair dançando e/ou interpretando?

Beijo grande no coração!

Objetos preferidos da minha casa | Projeto Fotográfico

Olá amigos lindos! Hoje é dia de fotografia aqui no blog! O projeto fotográfico do mês de Junho veio com o tema: Objetos preferidos da minha casa. Uma fofura, não? Modéstia a parte, afinal foi escolhido por mim e pela Fer do blog Conversa intima.

Então venha conhecer as fofuras que guardo na minha casa:

1 – Caixinhas-porta-joia

Sou apaixonada por caixinhas de MDF. Coloco minhas bijus e ficam na estantezinha do lado da minha cama. Essas três são as minhas preferidas. E uma curiosidade: a da corujinha não é em MDF, aguardem a história dela.

2 – Brinquedos da infância que não quis desfazer

Meu primeiro Gradiente e a Maquininha de Escrever. Desde pequena já tinha paixão por música e consumia muitas pilhas com esse radinho. E a maquina já mostrava sinais de uma futura escritora. E não, não tive coragem de desfazer nenhum dos dois, e uso para compor fotos e fazer cenário nos meus vídeos.

3 – Canecas divertidas

Adoro colecionar canecas. Teve um ano que ganhei três (uma de lembrancinha e duas de amigo oculto). Essas são minhas preferidas. A do Stitch comprei no Disney on Ice e ficou para a minha sobrinha. E a da coruja? Bem, aquela caixinha lá no início do post é dela. Sim, a caneca veio dentro daquela caixinha, que, de tão bonita, ficou na estante para guardar as bijus.

 

4 – XBOX e Kinect

Como adoro brincar com esse troço! Principalmente se tiver o Kinect, jogar com o corpo, dançar e praticar esportes-no-tapete.

 

5 – Meus livros

Aaaah!! Os livros. Talvez os melhores objetos da minha casa. Amo todos eles, essa estante que chega a ser uma terapia ficar arrumando, limpando, mudando de lugar… ainda farei um vídeo com a próxima arrumação. Aguardem!

 

6 – Equipamentos para o trabalho

Eis aqui minha câmera Canon T3i com as lentes e o flash, meu notebook e meu iPad. O celular foi usado para fotografar, até porque ele já está precisando ser trocado. Amo esses objetos, que me permitem trabalhar e seguir com meus sonhos.

 

E esses foram os objetos preferidos que tenho aqui em casa. Ou parte deles, claro, afinal sempre tem uma coisinha a mais que a gente ama e não vive sem, mas como já usei no post sobre minhas coleções, achei que iria ficar repetitivo. Mas se quiserem conhecer é só clicar aqui e conferir!

Mas e vocês, quais são os objetos preferidos de casa? Contem para mim.

beijo grande no coração e até o próximo 😉

 

Projeto Fotográfico Maio – O que tem para fazer na minha cidade Final de Semana?

Oláá amores! Esse mês eu e meus amigos do “Projeto Vai um Café?” reiniciamos o Projeto Fotográfico, tudo renovado. Ao invés de fazermos várias fotos de temas diferentes, agora faremos 6 fotos com o mesmo tema. Bem divertido, não?

E o tema escolhido do mês foi: O que tem para fazer na minha cidade final de semana?

Parece fácil, mas foi difícil. Moro no interior, né, aqui infelizmente não há muitos atrativos. Mas a gente consegue se divertir.

Partiu fotos?

1- Pegar estrada e passear pelos arredores

Ok, não é bem na minha cidade, mas a vantagem daqui é que somos rodeados de cantinhos lindos para passear.

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2 – Pegar uma piscina, em algum lugar

Pode ser clube, hotel fazenda, casa de amigo ou um cantinho que alugue pra você.

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3 – Ir a um Hotel Fazenda

Falando dele. Não são necessariamente dentro da minha cidade, alguns são dos vizinhos, e super valem a penaSertaozinho (69)

4 – Ir ao cinema

O mais básico, quem não gosta?

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5 – Comeeeeeeer

Aliás, acho que esse é o mais básico. Vale doces, pizzas, jatarem, petiscos e etcs. Quem não gosta?

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6 – Baladas

Um showzinho às vezes rola por aqui. Tem boates, mas eu não curte as da cidade, quando dá vontade vou na vizinha.

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Cidade pequena, mas até que dá pra gente se divertir, né?

Mas e você, o que gosta de fazer final de semana na sua cidade?

Beijo grande floooores

 

Meu maior ato de coragem

Ato de coragem… esse foi o tema da postagem coletiva do mês de Abril, do lindo grupo “Vai um Café?”. Difícil falar sobre isso, afinal sou tão insegura, medrosa… Refleti muito sobre o que escrever.

A verdade é que quando a gente pensa em coragem, logo pensa em saltar de para-quedas, mergulhar com tubarões ou até mesmo fazer uma viagem-louca-sem-rumo. Mas o significado da palavra em si é muito mais que isso.

Segundo o dicionário Google, coragem tem o seguinte significado:

substantivo feminino
  1. 1.
    moral forte perante o perigo, os riscos; bravura, intrepidez.
  2. 2.
    firmeza de espírito para enfrentar situação emocional ou moralmente difícil.
    “armou-se de c. para rever o amigo moribundo”

Pois bem, a gente só pensa no item 1 né? Mas o principal, a coragem para enfrentar os problemas ninguém parece se lembrar.

Mesmo insegura tive  diversos atos de coragem ao longo desses 30 anos (e com certeza terei ainda mais).

Sofri bullying durante dois anos da minha adolescência, enfrentei a situação, tive apoio da família e logo em seguida mudei de escola, fiz amigos verdadeiros que tenho até hoje e fiquei até meio sem vergonha rs. Sofri assédio moral do trabalho e levei até conseguir trocar de lotação, lembro de no final do ano levar um presente para a chefinha, não por falsidade ou deboche, mas como um pedido de paz, pagar o mal com o bem e seguir em frente.

 

Mas talvez o que muita gente não sabe é que no passado uma pessoa me magoou muito, mas muito mesmo. Por mais que hoje reconheça que nem foi tão grave assim, na época, beeem nova, eu achei. Passei vários anos remoendo aquilo, atravessando a rua, entrando em lojas para não ter que dar de cara com a criatura divina.

Bem, o tempo passou, esqueci, até revi a pessoa na rua tudo voltou. Mas a raiva se transformou em algo que não sabia o nome e me deu uma vontade danada de ir atrás conversar sobre o que aconteceu. O mais curioso era olhar para ela e perceber um olhar estranho para mim, como de culpa, remorso, arrependimento, talvez.

Como para tudo tem seu jeito, aconteceu o grande dia: minha cabeça doía, a consciência pesada e aquela coisinha estranha incomodava demais. Sentamos para conversar.

Vocês devem estar pensando que lavamos a roupa suja. Na verdade, sentamos para uma conversa informal e acabei esquecendo de tudo. Rimos horrores e foi como se nada tivesse acontecido. Se eu tenho curiosidade/vontade de perguntar o que aconteceu? Nenhuma.

Se hoje somos best friends inseparáveis? Não, mas sempre que nos encontramos na rua surgem altos papos, risadas e abraços.

Porque o perdão é assim: exige da gente, dá trabalho e é preciso muita, mas muuuuita coragem para perdoar. É amar.

Meu ato de coragem? Perdoar quem nunca teve coragem de me pedir perdão.

Ah, qual foi aquela coisinha estranha que sentia? Saudade 🙂

Beijo grande no coração de cada um. E obrigada Ju, do blog  L’explorateur pelo tema tão lindo!

Coragem para todos enfrentarem seus problemas!

 

As Várias Versões de Mim

Oláá amigos!! Hoje é mais um dia fofo de postagem coletiva, e, caramba, que tema lindo é esse? Puts, pensar nas minhas versões leva um tempo.

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Fonte: Pinterest

Sabe aquela expressão que a gente costuma ouvir e falar: “fulano tem duas caras”? Então, nesse caso a gente até fala pra uma pessoa mentirosa, falsa, que vive enganando todo mundo. Mas será que é só isso? Será uma pessoa não pode ter várias versões, vários momentos e mudar?

Eu sou um pouco (talvez bastante) assim. Deve ser conseqüência dos anos que passei fazendo teatro, ou faz parte da carreira de escritora, ou eu seja louca mesmo (voto no terceiro rs).

Posso gostar de várias coisas diferentes e viver bem, querem ver?

A versão nerd – A que gosta de estudar, ler livros e curtir coisas geeks.

A versão rock – Porque eu curto um rock de leve mesmo (já gostei do pesadão)

A versão patricinha – Não dá pra negar a quedinha pela moda e beleza.

A versão aventureira – Não preciso dizer o quanto gosto de uma aventura.

A versão hiponga – A que faz yoga, tenta meditar e gosta do contato natureza.

A meia versão esporte – É meia porque não gosto inteiramente, mas uma corridinha, uma bike muito me gusta, mesmo sendo lerda.

A versão lerdinha – Não posso deixar de falar dela, porque eu sou mesmo e isso nunca me impediu de chegar onde cheguei. Bananinha pra quem me critica.

A versão observadora – Porque eu pareço burra, mas estou de olho em tudo ao meu redor.

A versão amiga – Essa faz parte de mim mais que tudo, minha melhor versão.

A versão tímida – Tem hora que travo mesmo, essa minha pior versão.

E assim segue euzinha, um pouco de cada coisa, que teve dificuldade pra escolher a faculdade por isso, que demorou pra encontrar seu lugar no mundo porque não tinha um lugar próprio e que sonha em se aventurar pelo mundo.

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Já cantava Biquini Cavadão: “eu sou a soma de tudo que vejo…” e devagar vou criando mais versões de mim.

Obrigada a Joice do blog Depois de nós por criar esse tema, me permitir mergulhar dentro de mim e me conhecer melhor. Amo ser o que sou e sonho em me livrar das versões ruins.

E você, quais as suas versões? É meio embananado (a) como eu? Se for, toca aqui, pois somos muuuuito felizes 🙂

Beijo grande no coração flooooores!!

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Por que escrevo? Pra quem escrevo?

Olá meus amigos lindos da blogosfera <3 Então esse mês a galera mais linda da net, Projeto Vai Um Café? se reuniu hoje para essa postagem coletiva, mais fofa impossível.

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Escrever sempre foi um hobby, uma paixão, um grande prazer na minha vida. Achava divertido e relaxante ficar escrevendo coisas aleatórias. Engraçado como algumas coisas começam a aparecer desde cedo na vida, e a gente nem percebe tamanha importância.

Não vou ficar contando historinhas porque todo mundo já sabe, sou escritora e blogueira (blogueira, sério? Não sabia!!). Mas por que será que amo tanto assim escrever?

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Primeiro eu tenho uma dificuldade ENORME de colocar pra fora aquilo que estou sentindo. Quando pego um lápis e papel consigo dizer tudo e mais um pouco, mesmo que bagunçado. E olha, na minha cabeça passam milhões de coisas loucas ao mesmo tempo. Escrever é a forma que tenho de externar meus sentimentos, de organizar meus pensamentos.

Mas eu tenho a imaginação fértil, mas muuuuuito fértil mesmo. Viajo legal na maionese. Gente, se fosse criança hoje seria uma forte candidata a ter que procurar um neurologista e fazer exames de TDAH. Só que depois de começar a escrever o primeiro livro tudo ficou claro: era só criatividade!

Eu escrevo porque eu AMO! Coloco minhas ideias, invento histórias, brinco com as palavras, crio personagens e situações malucas. Acho divertido esse mundo criado por mim mesma. É o momento onde posso ser eu mesma, sem ter que ficar me preocupando com padrões chatos de gente chata. Só tenho que me preocupar com o português.

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Poderia dizer que escrevo para mim, mas sabe a verdade? Eu escrevo para os outros. Não tem graça criar uma história pra ficar guardada, né?

Sempre achei que teria um público alvo pré-definido mas quer saber? Não tenho mais isso. Disse que com o tempo is encontrar, mas, e talvez seja aí o grande barato da história, pessoas de todos os jeitos leem o que escrevo, de todas as idades, classes sociais, histórias de vida…

Escrevo para quem tiver o coração aberto, para quem quiser embarcar nos livros, nas reflexões do blog.

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Escrevo para quem quiser fazer parte e dividir esse mundo fantástico comigo. Para pessoas como você, que leu esse textão até o final. Um muito obrigada!!

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Imagens retiradas do Pinterest XD

O que fazer em casa nas férias?

É férias! O sol está lindo. Muitos vão pra praia, piscina, campo, casa dos parentes… mas você ficará em casa. Pobris

🙁

Mas não pense que está tudo acabado. Afinal, existem maneiras divertidas de aproveitar bem as férias em casa.

Ano passado, bem no comecinho do blog, fiz um post falando sobre passar o feriadão sozinho em casa, até porque eu tinha acabado de passar. As diquinhas estão aqui:  De bobs no feriado

Enfim, o que podemos fazer?

1 – Ver televisão (filmes/séries)

Baaah, essa é a mais clichê, mas levanta a mão aí quem gosta de acompanhar um seriado? Acho que só eu que não.

2 – Ler

Preciso falar mais alguma coisa?

3 – Ver vídeos no YouTube

Fala sério, quando a gente assusta, virou o dia todo.

4 – Fazer exercícios na frente da TV

Quem nunca? YouTube está aí né, minha gente. E kinnect XD

5 – Ficar procurando novidades na net

Tem taaaanta coisa legal.

6 – Pintar um livro

Um vício meu, uma terapia e hobby.

Nossa, mas desse jeito vou surtar dentro de casa, Priscila!!

Calma, colega. Eu também iria surtar. Já passei as férias em casa na adolescência e sei como é. Mas será que não tem nenhum um coleguinha por aí pra dar uma volta na cidade e tomar um sorvete? Sempre tem não é? E com as redes sociais (coisa que não tinha na minha época) a gente encontra todo mundo na maior facilidade.

Andar sozinho na rua também é legal, faço isso tantas vezes. Entrar nas lojas, caminhar. Tem academia ao ar livre na tua cidade? Vai lá, é divertido.

Enfim, o que falta é coisa pra fazer nessas férias, mesmo em casa.

Mas e você? Já passou férias assim? Conta aí sua experiência, deixa a dica prozamigo e pra mim 😀

Beijo grande no coração floooores

 

Fotos a cima retiradas do Pinterst

 

Vamos falar sobre empatia?

Olá amigos!! Esse mês o “Projeto Vai Um Café?” escolheu um tema mais que maravilhoso para a postagem coletiva: EMPATIA!! Acho que nada melhor para fechar esse ano tão louco, não é?

Fonte: Pinterest

 

Segundo o dicionário Google, empatia significa:

substantivo feminino
  1. 1.
    faculdade de compreender emocionalmente um objeto (um quadro, p.ex.).
  2. 2.
    capacidade de projetar a personalidade de alguém num objeto, de forma que este pareça como que impregnado dela.

Em resumo gosto de dizer que empatia é a capacidade de se colocar no lugar do outro. Fácil de entender, não? Mas na prática já é tão difícil.

Quantas vezes a gente não magoa alguém sem pensar? Sei que é natural, que depois a gente pede desculpas, fica tudo bem e felizes para sempre. Mas e se a gente começasse a pensar antes de agir?

Pinterest

Mas falar de empatia me faz pensar um pouco mais além. Me faz pensar no mundo louco em que estamos vivendo. E principalmente em como estamos vivendo no nosso próprio mundo.

Sabe aquele velha história de olhar para o próprio umbigo? Pois é, é algo mais ou menos assim.

Estamos todos felizes, todos bem, saltitantes. Mas, olha, quanta gente está sofrendo? Enquanto estamos comendo muito bem o outro passa fome.

Ter empatia é também pensar no outro que sofre, tentar entender a dor alheia, afinal, só quando conseguimos compreender isso que temos a total capacidade de ajudar.

Às vezes paro para pensar nessas coisas, quando estou, principalmente reclamando. De que eu tenho que reclamar, minha gente? Tenho tudo, tudo o que qualquer um precisa:

Casa, comida, família, amigos, cachorro, emprego… Quanta gente não tem?

A grande beleza começa ao compreender que não temos o que reclamar, somos felizes, temos uma vida maravilhosa. Mas a empatia entra de verdade quando tiramos o popozão da cadeira e saímos para contribuirmos em algo.

Acredito que toda essa crise que estamos vivendo seja o momento certo de pensarmos no outro, de todos nós ajudarmos uns aos outros, compreender que tem gente sofrendo de verdade, precisando de apoio e ajuda.

É hora de cada um sair de seu mundinho e correr para ajudar quem precisa, de auxiliar, de consolar. Como já falei em alguns posts sobre sentimentos ( Bondade e Felicidade )nas pequenas coisas fazemos grandes feitos.

 

A empatia é o primeiro passo para melhorar nosso mundo. Penso que se nossos governantes tivessem esse sentimento não estariam do jeito que estão.

Talvez seja isso que o mundo esteja precisando no momento: empatia <3

Um beijo grande no coração de cada um de vocês!!